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Gestantes

Seu corpo está criando uma vida.

Você não precisa se conformar com a dor. Um cuidado adaptado a cada fase da gravidez, sempre junto do seu obstetra.

Conforto em cada detalhe.

Existem almofadas feitas para acomodar a barriga durante o atendimento.

Com elas, algumas gestantes conseguem ficar de barriga para baixo por períodos curtos, sem compressão do abdômen, quando isso for confortável e clinicamente apropriado. Posições, técnicas e intensidade mudam conforme a fase da gestação.

O foco não é produzir estalos, mas cuidar da função da coluna e da pelve como um todo, para que você se sinta acolhida e respeitada durante toda a consulta.

Por que a gestação dói?

Mudanças biomecânicas, hormonais e circulatórias. Cada mulher vive de um jeito.

  1. Novo centro de gravidade

    Conforme a barriga cresce, a distribuição do peso muda. Músculos e articulações lidam com novas demandas ao caminhar, levantar e ficar em pé.

  2. Sobrecarga na lombar e na bacia

    O volume abdominal muda as exigências sobre o tronco e a região lombopélvica. Subir escadas ou virar na cama pode começar a incomodar.

  3. Hormônios e relaxina

    A relaxina deixa os ligamentos mais flexíveis. Mas a dor gestacional tem vários fatores: nem toda dor pélvica vem da frouxidão dos ligamentos.

  4. Pescoço, braços e mãos

    Mudanças no sono e na rotina podem pesar na cervical. A retenção de líquidos pode favorecer o túnel do carpo, com formigamento nas mãos.

  5. Dormir ficou difícil

    Desconfortos lombares e pélvicos e o volume da barriga atrapalham o descanso. Posição, travesseiros e hábitos fazem diferença.

Duas técnicas da minha formação.

Técnica Webster

Avaliação específica do sacro e da pelve, com intervenções voltadas a aspectos musculoesqueléticos, respeitando as necessidades da gestante.

Importante: não existem evidências robustas de que a técnica faça o bebê virar, aumente o espaço intrauterino ou facilite o parto.

Sacro Occipital Technique

Procedimentos de avaliação e técnicas para coluna e pelve, com posicionamento adaptado às mudanças e limites desse período.

Importante: os efeitos específicos da SOT sobre os ligamentos pélvicos e os resultados obstétricos ainda não estão comprovados.

Cuidar da mãe também é cuidar do bebê.

Pesquisas investigam a relação entre condições da gestação, como o bebê sentado ou pouco líquido amniótico, e alterações observadas depois do nascimento, como o torcicolo congênito.

Isso não significa que a pelve da mãe precise ser alinhada para o bebê ter espaço, nem que ajustes previnam o torcicolo. Meu compromisso é com o seu conforto e a sua saúde musculoesquelética, respeitando o acompanhamento obstétrico.

Dúvidas na gestação.

A partir de quantas semanas posso fazer?

Em qualquer fase da gestação, com liberação e acompanhamento do seu obstetra. Posições e técnicas mudam conforme as semanas avançam.

Vou precisar deitar de barriga para baixo?

Só se for confortável e clinicamente apropriado, usando almofadas que acomodam a barriga sem comprimir. Também uso outras posições e adaptações.

A técnica Webster vira o bebê?

Não existem evidências robustas de que a técnica faça o bebê virar, aumente o espaço no útero ou facilite o parto. O objetivo é o seu conforto musculoesquelético.

Posso continuar depois do parto?

Sim. O pós-parto traz novas demandas para a coluna, como amamentar e carregar o bebê, e o acompanhamento pode continuar.

Você também merece cuidado nessa jornada.

Conte de quantas semanas você está e o que está sentindo. A equipe responde com o melhor horário.

Clínica Dua Health, Alphaville, Barueri, SP · Segunda a sexta, das 8h às 18h

Agendar avaliação(11) 99236-2678